Histórico

Há relatos que a primeira inseminação artificial surgiu em 1332, em equinos, realizadas pelos árabes. Mas há registros que o marco inicial da inseminação artificial foi no ano de 1784, quando Lázaro Spallanzani um monge italiano coletou sêmen de um cachorro através de excitação mecânica e o depositou no aparelho reprodutivo de uma cadela em cio, a qual após 62 dias após houve o nascimento de 3 filhotes. Verificou-se então que poderia haver fertilização sem a presença física do macho.

Em 1949, Polge, Smith e Parker, cientistas ingleses, descobriram a conservação do sêmen bovino em nitrogênio líquido (-192°C) por tempo indeterminado, a partir dessa descoberta a inseminação artificial teve a sua disseminação acelerada.

Na Europa estima-se que 70% das vacas são inseminadas, porém no Brasil essa taxa é em torno de 7% das fêmeas em reprodução.

A primeira inseminação artificial no Brasil ocorreu em 1949, mas a técnica teve sua expansão apenas na década de 70, quando chegaram no país as primeiras empresas do setor.

Vantagens da Inseminação Artificial

01

Melhoramento Genético e Produtivo

02

Cruzamento Entre Raças

03

Redução da Dificuldade de Partos

04

Prevenção de Acidentes do Touro com o Ser Humano e com as Fêmeas Copuladas

05

Melhor Controle Sanitário do Rebanho

06

Aumento do Número de Descendentes de Um Bom Reprodutor

07

Democratiza o Melhoramento Genético

08

Melhor Controle Zootécnico do Rebanho

09

Padronização do Rebanho

10

Uso de Touro Após a Morte

11

Uso de Sêmen Sexado

12

Uso de Mais de Um Touro