“NÃO EXISTE O MELHOR TOURO! NÃO EXISTE O TOURO PERFEITO! Existe o touro que melhor se enquadra para as vacas dos mais variados sistemas de produção que temos em cada propriedade.

O ideal é conhecermos bem o sistema, sabermos quais os objetivos e ambições do projeto e aí então selecionarmos o touro.

Por exemplo: para um sistema de gado a pasto , onde o gado precisa caminhar e ir até a comida, jamais poderemos utilizar um touro que não tenha pernas excelentes; ou para um sistema de free-stall não podemos utilizar um touro de estatura elevada.

Cada sistema tem um perfil a ser trabalhado.

As provas dos touros estão cada dia mais completas e complexas e isso nos dá várias informações para fazermos acasalamentos corretivos, procurar o touro que mais benefícios nos trará e assim termos uma evolução sólida e concisa do nosso rebanho.
Por isso, a INSEMINA oferece o acasalamento corretivo através do MAP e G-MAP (PROGRAMAS DE ACASALAMENTO), ou seja, indicação do touro certo para o seu rebanho buscando corrigir as deficiências.

Não é recomendado.

O sêmen sexado é indicado para novilhas virgens, ou seja, animais que ainda não foram inseminados e não tiveram nenhuma cobertura na sua vida.

O sêmen sexado tem aproximadamente 2.100.000 espermatozóides, cerca de 4,76 espermatozóides a menos em relação ao sêmen convencional que é de 10.000.000.

Portanto, sabe-se que a taxa de concepção do sexado é inferior ao sêmen convencional, sendo indicado apenas para novilhas virgens.

O nível do nitrogênio não pode estar abaixo de 15 cm, pois abaixo dessa medida o sêmen passa a não ser totalmente encoberto pelo nitrogênio e inicia-se a perda de fertilidade do sêmen.
Normalmente os botijões vendidos para as fazendas leiteiras é o XC 20/20 Millenium (capacidade para 600 doses), esse modelo exige que o abastecimento seja feito de 60 em 60 dias. Geralmente os botijões maiores XC 34/18 e XC 47/11-6 exigem que sejam reabastecidos no intervalo de 40 em 40 dias. E os botijões menores SC 11/7 num intervalo de 25 em 25 dias.
Não. A partir do momento que o sêmen é retirado do botijão, este deve ser descongelado e encaminhado para a inseminação.

Ao colocarmos o sêmen na garrafa com água morna este passa a consumir o diluente presente na palheta de sêmen para alimentar os espermatozoides, esse diluente é feito para o consumo energético dos espermatozoides para um tempo reduzido.

Normalmente quando é feito o transporte de sêmen esse tempo fica em torno de 30 a 60 minutos, tempo excessivo para o descongelamento do sêmen.

Sugestão: Transportar o sêmen com nitrogênio líquido dentro da garrafa térmica, não fechando totalmente a tampa, para que o nitrogênio possa sair lentamente da garrafa.

Com certeza. Por isso algumas centrais de inseminação avaliam a taxa de concepção do seus touros.

A INSEMINA adota o PREG CHEK para avaliação da fertilidade dos touros comercializados, baseando-se num sistema de base 100, ou seja, um valor de 100 é a média do rebanho americano.

Na bateria de touros holandeses esses valores podem ser evidenciados pelo índice do SCR (Taxa de concepção do touro).

SCR +1 significa que as taxas de concepção do touro são 1% superiores em relação a média dos touros com os quais este foi comparado.

Habilidade prevista de transmissão de determinada característica que o touro possui em relação ao valor médio da raça. Ou seja, estima o quanto o touro transmite determinada característica para sua progênie.
Este índice mede o lucro em dólares que as filhas de um determinado touro fornecem em relação a média do rebanho americano.

Os índices avaliados e os pesos sobre o MLV$:

Gordura 22%
Proteína 20%
Vida Produtiva 19%
Taxa de Prenhez das Filhas 7%
Contagem de Células Somáticas: -7%
Composto de Úbere 6%
Facilidade de Parto 5%
Condição Corporal -5%
Composto de Pernas e Pés: 3%
Concepção das Novilhas: 2%
Taxa de Concepção das Vacas: 1%
Leite: -1%

O ICC$ é conhecido como Índice da Vaca Ideal desenvolvido pela GENEX para auxiliar os produtores na escolha de touros que tenham maior rentabilidade e eficiência econômica baseado em indicadores econômicos, embasado em princípios genéticos desenvolvidos por geneticistas e produtores de leite.

Eficiência de Produção – busca vacas com maiores produções e menores custos com alimentação. Esse índice reduz a tendência de vacas de estaturas elevadas.

Saúde – indica touros que geram filhas com melhores indicadores de saúde, menores contagens de células somáticas e excelente locomoção.

Acrescenta um índice que avalia Escore de Condição Corporal.

Fertilidade – valoriza reprodutores que transmitem melhores indicadores de fertilidade: menor idade ao primeiro parto, reduzido intervalo entre parto e menos dias em aberto.

Habilidade de Ordenha- potencializa a demanda por vacas sem problemas em ordenhas. Divididos em 5 indicadores : maior resistência a mastite, menor tempo de ordenha, melhor temperamento para ordenha, forma e funcionalidade do úbere.

Habilidade de Parto – foca em touros que gerem bezerros menores e nascidos vivos, sem intervenção. O que resultará em maiores chances de obter vacas com a primeira lactação bem sucedida e rentável.

1- Cio do encabelamento – é um cio falso, causado por um distúrbio hormonal não esclarecido. Tem-se esse nome pelo fato de que nesta fase estão crescendo pelos no bezerro (Encabelando no útero materno). Sua ocorrência geralmente é a partir do quinto mês de gestação.
Obs: – Normalmente nesse tipo de cio não é observada a eliminação de muco cervical, uma vez que a cérvix encontra-se fechada e no seu interior encontra-se uma solução de tampão mucoso. Isso dificultará a passagem do aplicador pela cérvix, devido a ação de aglutinação do muco cervical.

Obs: O inseminador deve observar na ficha da vaca a data da última inseminação, e em caso de dúvida, contatar o Médico Veterinário.

2- Cios de novilhas com baixo peso corporal – o criador deve respeitar o peso mínimo adequado para inseminação de cada raça: – gado Holandês a partir dos 350 kg e para novilhas da raça Jersey o peso mínimo de 230 kg.

3- Cio com infecção uterina – normalmente será apresentado os sinais comuns do cio, porém a apresentação do muco é turvo, devido ao fato do útero estar em processo de involução e limpeza das suas paredes internas. O útero não está preparado para receber o sêmen e levar a gestação a termo.

Palhetas médias, palhetas finas, minitubos e ampolas.

Palhetas médias – constituído por tubo plástico com 133 mm de comprimento, 2,8 mm de diâmetro e com capacidade de 0,50 ml de sêmen.

Palhetas finas – trata-se de um tubo plástico com 133 mm de comprimento, 1,9 mm de diâmetro e com capacidade de 0,22 ml de sêmen. Este tipo de palheta possui a mesma quantidade de espermatozoides que a palheta média, pelo fato de possuir um menor volume de diluente. Esse tipo de embalagem favorece um maior armazenamento de sêmen nos botijões por ter um menor diâmetro. Traz vantagens também na sobrevivência de maior número de espermatozoides viáveis após o descongelamento, por permitir que o sêmen atinja a temperatura da água mais rapidamente.

Minitubos – é um tubo plástico com 65mm de comprimento e 3 mm de diâmetro, com capacidade para 0,25 ml de sêmen. Atualmente esse tipo de embalagem não é mais comercializado.

Ampolas- foram utilizadas na década de 80, sendo encontradas em poucas propriedades. Capacidade de 0,5 a 1,2 ml de volume de sêmen, com embalagens de vidro.

Sêmen convencional – Nome da empresa – Nome do Touro – Número do registro na Associação da Raça – Raça (2 letras) – Partida

Sêmen sexado – Empresa que processa o sêmen- Nome da empresa- Nome do Touro – Número do registro – Raça (2 letras) – Partida – Sexo.

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